Day Thirty. Whomever You Find Most Attractive In This World

segredado ao vento por Flor de Lótus , 13.2.11 16:41

Porquinho Babe (who else?) =)



Lebrei-me agora que não tinha acabado o desafio por isso: Day Twenty-Nine. Somewhere you want to visit

segredado ao vento por Flor de Lótus 16:36

Ui! Tenho uma grande vontade de visitar principalmente a Europa. Gostava de ir a Itália, à Irlanda, Islândia, Escócia, Rep. Checa, Grécia, Suíça. Gostava de re-visitar França, Luxemburgo, Áustria, Alemanha, Holanda.
E claro USA! (new york)
(Escócia *.*)

A alma das palavras

segredado ao vento por Flor de Lótus 16:15

Livros obrigatórios para as férias (aquele tempo remoto que nunca mais chega).

Nómada, Stephenie Meyer - Algo me diz que devia voltar a lê-lo e vou seguir este instinto.

Admirável Mundo Novo, Aldous Huxley - Curiosidade.

Intermitências da Morte, José Saramago - grandes referências.

Origem das Espécies, Charles Darwin - Biologia!


Paris toujours

segredado ao vento por Flor de Lótus , 27.1.11 12:29

Por vezes o momento não é de conversas e o tempo não é de passeios. É o caso.
Lá fora a chuva escorre pelos vidros e as gotas fazem corridas, as folhas em tons castanhos tecem coberturas de cores mágicas. Sinto que descobri a magia intrínseca presente no versos do frio outonal, aprendi a apreciar a melodia de um café quente às 6 da tarde, do guarda chuva, da lareira, do sofá e sobretudo dos casacos quentes que trazemos agarrados ao corpo. Os mesmos casacos que nos fazem sentir numa cosmopolita cidade de Manhantan ou Paris (ahh Pari).
Sinto que não sou daqui sabes? Que os meus pés precisam muito mais do que Lisboa e Cascais, Évora ou Porto. Que o meu espírito saudoso de outros ares anseia por terras longínquas perdidas onde os sonhos são o dia-a-dia.

Preciso de um passeio junto à Torre Eiffel com acordeão de fundo e de chuva miudinha com um casaco Prada vestido. Fútil? talvez seja. Mas acredito que um dia vou viver de croissants ao pequeno-almoço.

segredado ao vento por Flor de Lótus , 26.1.11 17:54

Em quem pensar, agora, senão em ti? Tu, que
me esvaziaste de coisas incertas, e trouxeste a
manhã da minha noite. É verdade que te podia
dizer: "Como é mais fácil deixar que as coisas
não mudem, sermos o que sempre fomos, mudarmos
apenas dentro de nós próprios?" Mas ensinaste-me
a sermos dois; e a ser contigo aquilo que sou,
até sermos um apenas no amor que nos une,
contra a solidão que nos divide. Mas é isto o amor:
ver-te mesmo quando te não vejo, ouvir a tua
voz que abre as fontes de todos os rios, mesmo
esse que mal corria quando por ele passamos,
subindo a margem em que descobri o sentido
de irmos contra o tempo, para ganhar o tempo
que o tempo nos rouba. Como gosto, meu amor,
de chegar antes de ti para te ver chegar: com
a surpresa dos teus cabelos, e o teu rosto de água
fresca que eu bebo, com esta sede que não passa. Tu:
a primavera luminosa da minha expectativa,
a mais certa certeza de que gosto de ti, como
gostas de mim, até ao fim do mundo que me deste.


Pedro Lembrando Inês, Nuno Júdice

Nunca te amei tanto como agora

segredado ao vento por Flor de Lótus , 20.1.11 13:48


And that's why you're the one

Tenho só uma coisa a dizer

segredado ao vento por Flor de Lótus , 27.12.10 21:17

Foda-se.