Aquilo que esperamos uma vida para ouvir

segredado ao vento por Flor de Lótus , 28.2.10 21:00

- Não sejas assim pequenina. Estou aqui não estou? Toca-me, belisca-me para veres como sou de carne e osso e como não te estou a mentir. Estou sempre aqui.


- Deixa-me em paz. Estas aqui enquanto te der jeito portanto não te ponhas com mariquices, sabes perfeitamente que não tenho paciência.


E foi aqui que sorriste. Beijaste-me a testa e disseste:


- Sabes Joana? Tu és mesmo A Tal.


E a isto eu não tive resposta

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